Juventude rebelde
Faixa, elaborada pela Juventuda Revolução, cobrando justiça.
Organização não governamental
de defesa dos direitos humanos
Conheça a nossa história
O Grupo Tortura Nunca Mais surgiu extra-oficialmente em abril de 1985, e oficialmente em 20 de setembro do mesmo ano. Além do grupo do Rio de Janeiro, existem grupos Tortura Nunca Mais em diversos estados, como o da Bahia, fundada em 05 de setembro de 1995 e gozam de total autonomia, já que não existe coordenação nacional.
O Grupo Tortura Nunca Mais surgiu do movimento contra os desmandos da ditadura militar brasileira. Com a abertura política, o grupo se institucionalizou e se posicionou como importante referência nacional na defesa dos direitos humanos.
A formação do Grupo Tortura Nunca Mais está diretamente associada ao processo de abertura política e redemocratização da sociedade brasileira depois de 21 anos de regime militar (1964-1985) e também à inconformidade de um grupo de ex-presos políticos, voluntários e familiares de mortos e desaparecidos políticos com o tratamento que o Estado brasileiro dispensava à questão da tortura, morte e desaparecimento de opositores políticos. As limitações da Lei de Anistia de 1979 — que além de excluir vários segmentos sociais cassados por fazer oposição ao regime militar, anistiara pessoas que haviam participado do aparato de repressão antes mesmo de serem apresentadas à Justiça — evidenciaram o não atendimento das reivindicações dos Comitês Brasileiros pela Anistia (CBAs), que desde 1976 funcionavam em algumas das principais capitais do país.
Em abril de 1985 o grupo do Rio de Janeiro, ainda sem nome, passou a se reunir semanalmente no Sindicato dos Jornalistas e tinha como um dos objetivos denunciar e afastar dos cargos de confiança do governo estadual pessoas ligadas à tortura durante o regime militar.
Hoje, o GTNM-BA assume uma rotina de monitoramento dos casos e de visitas in loco “DE VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS”.
Os valores que norteiam esta política são:
Flashs no Forte do Barbalho - 1º de abril 2014 .
Faixa, elaborada pela Juventuda Revolução, cobrando justiça.
O hino da cadeia cantada por ex-presos. Destaque para o escritor Emiliano, para o ex-presidente da Petrobrás, Gabrielli, e para o autor do hino “Nos quartéis cruéis da ditadura”, Dirceu Régis – o terceiro da esquerda para a direita..
Pastores, bandeiras vermelhas, e o grande arquiteto Pasqualino Magnavita – que mistura!
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